compatibilidades

vou tentar, mesmo a sério, não me enrolar no novelo que tenho na cabeça. é um novelo, é certo, mas não tem nó e cada fio é um fio que, embora enrolado e cruzado com muitos outros, não se transforma nem confunde com nenhum outro.
puxando o fio da compatibilidade consigo ver por que é que a compatibilidade e a incompatibilidade de existências condicionam felicidades, que por mais que possam ser carregadas não justificam infelicidades mas justificam o ligar e desligar de relacionamentos sem mais.
por que raio é que esta coisa do hoje sou compatível, amanhã posso ser ou não ser, e depois de amanhã já não sou, faz tanta confusão?
por que é que o rápido processo de «apaixonamento» não confunde ninguém mas um rápido processo de «desapaixonamento» baralha corações e mentes?
um interruptor é um interruptor, pode estar avariado, bem sei, mas à parte esta possibilidade que tem arranjo, ou está para cima ou para baixo. e liga-se e desliga-se ao toque, sempre ao toque. há quem saiba tocar mas também há quem não saiba.
tenho dito.

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