emprenhadela

sempre que a história se transforma em filme, e a metragem se estende para lá do razoável, considero sempre a hipótese de adormecer. e, mais tarde ou mais cedo, acabo sempre por adormecer. é um problema meu, esta coisa de perder o final do filme quando o meio não me interessa. é por isso que guardo um certo poema, que já aqui coloquei, que me vem sempre à memória quando acordo:
eu sou eu, tu és tu
a laranja amarga ou doce faz pfff pfff
o comboio lá ao longe faz tu-u-u tu-u-u
(eu acho que foi a nené que começou com isto mas já não me lembro bem... gaita! já foi há tanto tempo!)


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