gotcha

apanhada numa teia de uma aranha sábia cuja teia se estendeu entre dois pontos, cujo fio carregou de um ponto ao outro, aguardando pacientemente a rajada de vento com a intensidade e o sentido certos, consciente da recompensa do esforço daquele primeiro e determinante fio de sustentação, que repetiu duas e três vezes para garantir a sua resistência. e sobre ele desenhou o Y e a moldura e os raios e a espiral, e refugiou-se no centro e esperou pela presa que inconsciente balançou e brincou na teia até à picada que a imobilizaria, se a aranha fosse venenosa.

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