no turning back

ando há dias a arrumar o caos de uma mudança que insiste em manter-se desarrumada. nascem coisas de qualquer caixa, caixinha, caixote que abra. e mesmo das impossíveis, que jurava não terem nada dentro, qualquer coisa se esconde e salta quando liberta. e para minimizar o caos, passo de caixas para cestas, de cestas para prateleiras, de prateleiras para gavetas... gavetas que se enchem e se esvaziam para se reorganizarem. vê-se a evolução lenta, que é provavelmente a velocidade certa da evolução, sempre atrasada pelo bando de adoráveis minipessoas que povoam este novo espaço, que de desarrumado se torna mais atraente e que estimula a desarrumar e deixar desarrumado o que se pretendia já estar arrumado. e sinto o prazer de cada momento que não se repetirá.

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