o leitor

apetece-me ler demoradamente o original de schlink. já não conseguirei abstrair-me da luz fria e chuvosa de daldry, nem da inocência perfeita de kross que, de forma irrepreensível, contracena com a mulher do óscar. a rigidez do olhar de winslet, que substituiu inesperadamente a kidman grávida, serão indissociáveis do nome «hanna». mas não importa! quero rever a (des)humanidade de quem guarda um segredo porque não suporta a sua revelação, de quem ama uma vez e para sempre, mas quero sobretudo procurar o poema que «o miúdo» escreveu à beira do lago e que nunca lhe leu.


1 comment


  • K

    Deténs-te na poesia…
    eu detenho-me no amor para sempre e solto-me da desumanidade…

    Bj


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