tabuada

já não ouvia a cantiga da boca de quem aprende há muito tempo. a do zero, a do um, a do dois, a do três e por lhe parecer tão óbvio tenta arrancar a dos quatro, mas quando chega ao três desculpa-se com a música que ainda não aprendeu, como se a música da tabuada variasse com os números. e às adições e subtracções que já sabia juntam-se as multiplicações e, como me dizia, os números agora crescem mais depressa.
respirei ar novo depois de uma tarde a respirar ar velho.

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