tarumba

A minha ida à FIMFA acabou por ser mais alternativa do que a programação do festival em si. A selecção apressada não deu mau resultado, sem teatro de marionetas mas com teatro visual.

Guido Bevers veste a pele de um dos habitantes do Iglo, o primeiro projecto da companhia holandesa Babok. Quem passa decide se espreita, ou não espreita, o espaço privado dos dois habitantes da pequena casa onde moram.








No interior de um casulo gigante, as luzes apagam-se para voltarem a aparecer e revelarem uma criatura que se dobra e desdobra e se transforma e ondula ao som da música que a acompanha. A Criatura Caleidoscópica é uma criação de Emmanuel Rannou, da companhia francesa Le Moulin aux Chimères.


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