to stop or not to stop

tudo começou com um guardanapo de papel e uma caneta azul. círculos, riscos e rabiscos de quem não sabia ler nem escrever mas achava que tinha alguma coisa a dizer.
depois foram as folhas soltas e os lápis de cor. desenhos copiados com cores novas e falas adivinhadas.
a seguir, os blocos de notas e um lápis de carvão. palavras e palavras sem vírgulas nem pontos que escondiam outras por dizer.
mais tarde, os livros, todos em branco, com capa dura ou mole, com agrafo ou lombada. recortes, memórias, desejos e vontades raramente realizados.

só me falta queimar um e apagar esta nova forma de escrita.

às vezes apetece-me mesmo parar com isto.

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